30 de jan de 2012

exclusivo? quero não.

oi galere, como estão? como toda universitária mediana, estou aproveitando minhas férias, acordando de tarde e indo dormir de manhã.
         sabe aquelas epifanias que todo escritor tem? hoje, aleatoriamente toda uma reflexão caiu pronta na minha mente e queria compartilhá-la com vocês (afinal, esse é o intuito maior desse blog, partilhar e crescer!)

                                exclusividade.
                                                      todo mundo quer, todo mundo busca.

nós, mulheres, somos loucas por toda peça de roupa que é única; nós, pessoas, batalhamos a vida toda por uma vida que poucos têm, de tranquilidade e regalias; exclusivo em si é um termo que traz bons produtos, boas oportunidades e bons momentos.

mas, o que significa exclusivo?
exclusivo vem de excluir. excluir aquilo que não é especial, importante. excluir aquilo que não é bom o suficiente.
                 lógico que é legal termos a oportunidade de deixar só aquilo que é melhor pra nós na nossa vida. esse é o espírito da coisa: saber discernir, saber decidir, separar o joio do trigo, afinal, implicações sem fim surgem na nossa vida por causa das nossas escolhas. mas esse não é meu foco hoje.

como igreja de Cristo, como geração eleita, sacerdócio real, nação santa e povo adquirido (1Pe 2.9), será que não temos esquecido o fim do versículo? sim, aquele pequeno restinho que diz "para anunciar as grandezas daquele que os chamou das trevas para a sua maravilhosa luz"?

- somos a igreja de Jesus, aquele Jesus que comia e bebia com ladrões, assassinos, bêbados, que era odiado pelo religiosos porque não era EXCLUSIVO, mas INCLUSIVO. somos a perpetuação do convite que Jesus era e ainda é para aqueles que não o conhecem, somos os construidores da ponte que leva até Cristo.

eu não quero viver uma vida exclusiva. quero ser como Jesus, que foi inclusivo até o fim. quero que minha vida seja um convite aberto àqueles que precisam ser amados, que precisam de oração, que precisam de uma caixa de leite, que precisam de Jesus.

me entristece o coração ver como nós, às vezes deixamos de abençoar alguém porque estamos fechadinhos no nosso mundo, nos nossos problemas. fico mal porque às vezes, inconscientemente, não dou nem um bom dia ou mesmo sorrio pras pessoas que passam ao meu lado. como podemos perder tantas chances de amar, tão fácil? amar é uma atitude simples demais pra que nosso ego não o permita. uma igreja viva, daquela que faz Jesus vibrar lá do céu, é uma igreja que olha pra todas as direções e não fica parada.


um grupo de cristãos que foram à parada gay em chicago mostrou um cartaz com a seguinte frase: "nos desculpem pela forma como a igreja tem tratado vocês", isso é ser inclusivo.
quem quer ser inclusivo como Ele foi? 

3 respostas:

LucasAlex disse...

Seu blog me irrita, sabia? huahuaha
Eu tbm quero falar menos, e ser mais como Jesus...

Thailor disse...

Eu pre-ci-sa-va ler esse post hoje!

"...quero que minha vida seja um convite aberto àqueles que precisam ser amados, que precisam de oração, que precisam de uma caixa de leite, que precisam de Jesus."

Sabe, Mandy, há momentos em que a gente precisa voltar atrás, voltar, como a música diz, "ao ínício de tudo"!

A vida com Deus se resume em amar. Deus é amor. Jesus foi enviado ao mundo porque Deus amou o mundo!

A foto, especialmente, me chamou a atenção. Um abraço sincero, desinteressado...

Beijos.

Camila Couto disse...

ótimo blog.